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BR 153 Guaraí-TO
Vídeo de bolso sobre o conhecimento dos moradores de Guaraí sobre a rodovia BR-153, realizado pelos alunos do Projeto Estação Cultural de Guaraí - Seu Ponto de Cultura em Guaraí-TO, em parceria com o Centro de Ensino Médio Oquerlina Torres.Vem me namorar - Projeto Estação Cultural
Video clip produzido com uso de câmeras fotográficas digitais e telefones celulares, realizados por alunos do Projeto Estação Cultural de Guaraí - Seu Ponto de Cultura em Guaraí, em parceria com Centro de Ensino Médio Oquerlina Torres de Guaraí-Tocantins.Lendas Urbanas - Projeto Estação Cultural Guaraí
Vídeo de bolso produzido pelo grupo "os normais" da oficina Protagonismo Juvenil - Telinha na Escola, sendo parte do Projeto Estação Cultural de Guaraí, "Seu Ponto de Cultura em Guaraí", - Tocantins abril 2010.Os meninos do IDESA no Projeto Estação Cultural - Hip Hop
Essa turma faz parte do Projeto Estação Cultural, o Seu Ponto de Cultura de Guaraí - TO.Projeto Estação Cultural
Esse é o ensaio dos selecionados para o Projeto Estação Cultural de Guaraí. "Seu Ponto de Cultura em Guaraí".Projeto dá acesso a jovens da periferia
Montar um espetáculo dá bastante trabalho, mas também gera empregos. No Rio de Janeiro, a escola fábrica de Spectaculu, do cenógrafo Gringo Cardia e da atriz e cantora Marisa Orth, consegue unir arte e inclusão social. Perto do cais do porto do Rio de Janeiro funciona uma fábrica de sonhos. Neste galpão industrial, jovens de toda a cidade são capacitados para atuar no mundo do espetáculo. “O conceito por trás desse projeto é na verdade fazer uma escola que dê acesso a jovens da periferia, de 16 a 22 anos, e nas áreas de arte e tecnologia, áreas que envolvam, áreas do espetáculo, assim, em geral, que é a profissão que eu e a Marisa, que fundamos essa escola, trabalhamos”, explica Gringo Cardia, diretor da Spectaculu. Teatro, fotografia, maquiagem, figurino, iluminação... Os 120 jovens do projeto podem escolher a oficina que irão frequentar. “Todos têm potencial e a gente visa criar oportunidades educativas para que esse potencial se desenvolva”, esclarece Cátia Oliveira, coordenadora pedagógica. Daiane Tardy tem 16 anos e resolveu mostrar para a mãe o que aprendeu na oficina de cabeleireiro. “O cabelo dela vai ficar um poquinho escuro, com tonalizante. Ela usa relaxamento e a escova pra dentro, bonitinha. Vou tentar fazer um penteado também.” A mãe Joana Tardy, auxiliar de escritório está confiante no desenvolvimento da filha. “Sempre tem a oportunidade dela aprender sempre mais, mas eu estou confiante. Eu tenho certeza que ela não vai me deixar a desejar. Não vou fazer besteira, tranquila.” A jovem recebe a ajuda das colegas de curso. A instrutora de cabelo, Mary Mael, explica como funciona o curso. “Eles vão sair daqui aprendendo: a fazer uma escova, uma hidratação, uma higienização capilar. Na parte de química, relaxamento, alisamento. Eles saem daqui capacitados para trabalhar como auxiliar de cabeleireiro.” “Mãe, a gente vai lavar agora porque a professor já deu o tempo, o produto já trabalhou e já pode tirar tá bom”, fala Daiane. Depois de terminada a transformação, Joana aprova o trabalho da filha. “Estou satisfeita, gostei muito, achei que ela está indo no caminho certo.” “A minha mãe tem três filhos. Ela precisa de uma coisa para levantar a autoestima dela, para ela ver que ela é importante”, explica Daiane. Autoestima e conscientização são conceitos trabalhados diariamente nas aulas de filosofia. Pela dramatização, o jovem é incentivado a encontrar soluções para os problemas da comunidade. “Eu acho que a aula de filosofia possibilita as questões que tem a ver com direitos, cidadania, ética. E também possibilita trabalhar em grupo”, diz Daniel de Souza, educador. Tuani Santos, 17 anos, aprova as aulas. “Estimula a pessoa a formar pensamentos, a ter opinião, a ter atitude. Você aprende a lidar com esse mundo hostil que se tornou mediante a violência, a situações, sabe, é justamente pra isso, pra aprender a sobreviver.” Consciente de seus direitos e deveres, o jovem tem mais chance de conseguir um emprego. A Spectaculu já inseriu mais de dois mil alunos no mercado de trabalho. “Muitas pessoas que empregaram jovens daqui, elas falam que os nossos jovens têm uma diferença de outros projetos, exatamente pela consciência crítica, porque pela consciência crítica, a pessoa vê que a pessoa é diferente, a pessoa tem uma noção de quem ela é, ela tem uma noção de educação, ela tem uma noção de solidariedade”, finaliza Gringo Cardia.Compostagem
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